Você sabe a diferença entre Ciclovia, Ciclofaixa e Ciclorrota? | Blog da Quicko

Conheça a diferença entre ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e espaços compartilhados!

Pedalar tem tudo a ver com a liberdade de percorrer intuitivamente vários lugares e espaços de bike. Mas nem sempre é fácil identificar que tipo de área as duas rodas de um ciclista estão circulando. Você seria capaz de apontar quais são as ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas e espaços compartilhados entre modais de sua cidade? Se, como muitos, ficou com uma interrogação na cabeça não se preocupe: essa não é uma tarefa simples!

A infraestrutura das cidades destinada aos modais leves ainda causa confusão quanto a seu uso. Some-se a isso a má aplicação dos códigos de trânsito e a resistência dos motoristas de veículos motorizados, que por desinformação ou irresponsabilidade preferem ignorar que os modais não motorizados têm o mesmo direito de utilizar as ruas. O resultado todos conhecem: buzinadas, “finas” e fechadas que colocam em risco vidas humanas.

Conhecer os vários sistemas e regras de utilização da infraestrutura cicloviária de onde você vive faz a diferença na hora de tirar o melhor proveito de cada um deles e, sobretudo, pedalar com mais segurança nessas áreas. E a gente ajuda você nisso!

Ciclovias e ciclofaixas

É bastante comum as ciclovias e ciclofaixas serem consideradas, equivocadamente, como um único sistema. Alguns municípios, inclusive, chegam a tratar esses dois modelos de forma homogênea, causando ainda mais confusão para o usuário. Mas há especificidades, principalmente quanto à segurança, que impactam na forma de pedalar.

Ciclovias são espaços segregados para o fluxo de bicicletas. Utilizam uma separação física, como grades, blocos de concreto ou balizadores, que isolam – e protegem! – os ciclistas dos veículos. Em geral, são utilizadas em locais de tráfego intenso, como avenidas e vias expressas, ou nas orlas das praias.

Já a ciclofaixa é aquela que tem faixas pintadas, geralmente na cor vermelha, na pista de rolamento. Diferencia-se das ciclovias por não utilizar nenhuma separação física. Eventualmente pode incluir sinalizações do tipo “olho de gato” ou tachões, como os que separam as faixas de ônibus.

Ciclovia operacional

É uma faixa exclusiva instalada temporariamente em ocasiões específicas, como as ciclofaixas de lazer utilizadas em diversas cidades aos domingos. Isola o espaço destinado a bicicletas e modais leves, separando-o do tráfego de veículos por meio de cones, cavaletes ou grades móveis. O fluxo de circulação é supervisionado por agentes de trânsito, e após o término de cada evento a estrutura é retirada.

Ciclorrotas

São trechos em que bicicletas e veículos motorizados trafegam juntos, em vias com sinalização que indica a presença de ciclos. O sistema não utiliza faixas exclusivas, pontos segregados ou zonas de segurança, como nas ciclovias e ciclofaixas, apenas placas de sinalização e pictogramas no solo. Em alguns casos, são indicados trajetos que podem ser seguidos pelos usuários rumo a um determinado destino.

Espaços compartilhados com pedestres e carros

As áreas compartilhadas com pedestres em vias públicas, como calçadas, canteiros ou ilhas, permitem a circulação entre bikes e pessoas que estão a pé, sempre priorizado essas últimas, que são o elo mais vulnerável no tráfego.

Já os espaços compartilhados com carros são, por definição, qualquer rua que não tenha uma ciclovia ou ciclofaixa, portanto, uma área de circulação compartilhada com todos que participam do trânsito, como veículos motorizados, modais leves e pedestres.

Em todos os casos, os motoristas de veículos motorizados devem ter atenção máxima com os modais menores, como as bicicletas, mantendo a distância mínima de 1,5m e reduzindo a velocidade nas ultrapassagens. Os cuidados valem para os dois lados: os ciclistas devem utilizar capacetes e, sempre que possível, outros acessórios de proteção, como luvas, óculos de acrílico e roupas apropriadas.

Convivência e integração entre modais

Mesmo com o conjunto de estruturas cicloviárias das cidades, os usuários de ciclos ainda dispõem de pouco espaço destinado a eles, em relação aos veículos motorizados. Mas essa opção de mobilidade vem conquistando cada vez mais adeptos nas metrópoles com a procura pela realização de trajetos em duas rodas. E para estimular isso conte com ferramentas como o app da Quicko, que indica onde encontrar estações de bikes compartilhadas nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador.

A tendência de compartilhar os espaços urbanos por modais motorizados e não motorizados, portanto, só tende a crescer, e a chave para que a convivência seja harmônica é simples: respeito mútuo e adoção de regras de segurança e respeito à vida. Longe de uma disputa por espaços, os modais leves também podem ser integrados aos transportes públicos, tornando os percursos mais ágeis, sem o uso do carro. E mais uma vez o aplicativo da Quicko pode dar uma mãozinha! As opções de mobilidade estão aí. Escolha a sua – ou as suas – e circule em segurança pela cidade! 

Imagem: Odd ANDERSEN/AFP


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