Parabéns, São Paulo: Quicko App destaca curiosidades da metrópole

Aniversário de São Paulo e as principais curiosidades sobre a cidade

Em comemoração dos 467 anos de fundação da capital paulista, o aplicativo selecionou alguns fatos interessantes da maior cidade do País.

São Paulo, janeiro de 2021 – Para comemorar os 467 anos da cidade de São Paulo, o Quicko App, primeiro roteirizador intermodal do mercado brasileiro, destacou algumas das principais curiosidades de São Paulo, a maior cidade do Brasil e uma das maiores do mundo.
Conhece os nomes divertidos e curiosos de algumas ruas da cidade? Sabe onde realmente termina a Av. Paulista? Sabe quais as coisas mais pitorescas que já esqueceram no metrô de São Paulo? Onde trabalhou Adoniram Barbosa? Não sabe de nada disso? Então se liga nas curiosidades abaixo.

Nomes curiosos

Por ser a maior cidade do Brasil e uma das maiores do mundo, com mais de 12 milhões de habitantes, São Paulo teve que recorrer a nomes excêntricos e divertidos para nomear os mais de 48.623 logradouros da cidade. No mapa paulista, além das vias com homenagens a autoridades e celebridades já falecidas, como Braz Leme e Hebe Camargo, é possível encontrar também, por exemplo, a rua Borboletas Psicodélicas, no bairro Jabaquara; e a Travessa dos Cartões de Natal, no Tucuruvi.
Os nomes diferentes de ruas estão espalhados por toda a cidade, como a rua Cinderela, no Jardim Paulista; a Purpurina, na Vila Madalena; a Gingadinho e a Música do Dilema, no Capão Redondo; Eureka, na Vila Maria; a Avenida Dedo de Deus, no Tatuapé; Travessas Sem História, Sem Destino e Na Paz do Seu Sorriso, ambas no Jardim Iguatemi; as ruas Espelho Mágico e Verdades e Mentiras, em Itaim Paulista; Neve na Bahia, no Conjunto José Bonifácio; Sempre Brilhará, no Conjunto Habitacional Águia de Haia, além de Superbacana, Dança das Borboletas e Azul da Cor, todas no Conjunto Habitacional A.E. Carvalho.
O mundo das artes também serviu de inspiração para nomear as ruas paulistanas, como Eternas Ondas, em Itaquera, em referência à música de Zé Ramalho; Travessa Música do Dilema, no Capão Redondo, em homenagem a uma peça musical de Lycia de Biase Bidart; e até o sambista carioca Noel Rosa foi cortejado com a Travessa Pierrot Apaixonado, no Jardim Iguatemi.
Porém, não pense que só as ruas têm nomes engraçados. Algumas praças também foram nomeadas de forma divertida, como a Praça Chá da Alegria, no Butantã; Praça dos Namorados, na Saúde; Praça Sonhos da Menina, no Tucuruvi; e a Praça John Lennon, na Lapa.

Avenida Paulista

Principal símbolo de São Paulo, a Avenida Paulista é considerada o centro financeiro de São Paulo, devido ao grande número de sedes de empresas, bancos, universidades e centros culturais, mas a história desse logradouro é muito antiga. Inaugurada em 1891, juntamente com as primeiras linhas de bondes elétricos, foi a primeira a ser asfaltada na cidade e, em 1927, houve uma tentativa de alterar o nome da via para Carlos de Campos, em homenagem ao ex-Governador do Estado, mas os moradores não aderiram ao novo nome e, após apenas 3 anos, a avenida voltou ao nome origem – Paulista.
Por toda sua extensão, a Avenida Paulista é um organismo vivo e possui diversas particularidades. Por exemplo, noivas adoram posar para as fotos dos álbuns de casamento na área central da via; é possível “visitar” o mundo – quase – inteiro pelos consulados instalados ali, como Coréia do Sul, França, Espanha, Japão, entre vários outros. É possível pedalar durante a semana na Paulista, além de visitar diversos centros culturais, como o Casa das Rosas, que foram residências de personalidades importantes da era do Café.
E uma curiosidade que muitos desconhecem: a Avenida Paulista não termina na rua da Consolação, onde está instalada a estação Paulista de metrô, mas sim poucos metros à frente, quando cruza com a Rua Minas Gerais, um quarteirão após a Avenida Angélica.

Estações de Metrô

São Paulo foi a primeira cidade brasileira a construir uma linha de metrô, em 1974, e hoje a malha metroviária se estende por mais de 101 quilômetros de extensão, totalizando 89 estações divididas em cinco linhas e atendendo mais de 4 milhões de passageiros por dia. As linhas do metrô paulista são divididas por números e cores: 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha, 4-Amarela e 5-Lilás.
Com o metrô paulistano é possível se deslocar por boa parte da cidade, atingindo as principais regiões como Avenida Paulista, Centro, Faria Lima e Largo Treze. A estação mais movimentada é a localizada na praça da Sé, confluência das linhas 1-Azul e 3-Vermelha, com mais de 536 mil pessoas por dia.
Uma curiosidade interessante do metrô são os objetos esquecidos, desde guarda-chuvas, celulares, carteiras, óculos, relógios, chaves e brinquedos, como os mais excêntricos como drone, máquina de escrever, pia e prótese de perna.

Arranha-céus

Os arranha-céus são símbolos da cidade e muitos se tornaram referência por serem desenhados por arquitetos renomados.
O primeiro edifício neste formato foi o Edifício Martinelli, inaugurado em 1929, onde hoje abriga secretarias municipais como Habitação e Planejamento. Depois disso, as edificações grandiosas tomaram conta da capital paulista, principalmente na área central, onde até hoje é possível encontrar as linhas sinuosas do Edifício Copan, símbolo da arquitetura moderna brasileira e de autoria do arquiteto Oscar Niemeyer (1927-2012); o Edifício Altino Arantes (“Banespão”), que hoje abriga centro cultural, cafeterias e escritórios; o Edifício Itália, cujo nome oficial é Circolo Italiano, onde está localizado um dos principais restaurantes da gastronomia paulistana, o Terraço Itália, com vista panorâmica para toda a cidade.
Os enormes edifícios de São Paulo também foram cenários de novelas importantes que rodaram o mundo. Quem não se lembra da cena de Rainha da Sucata (TV Globo-1990) em que a personagem da atriz Glória Menezes se joga de um prédio na Avenida Paulista? O arranha-céu exibido abriga, hoje em dia, o Tribunal Regional Federal. A novela Tempos Modernos (TV Globo-2010) tinha como protagonista o Edifício Grande São Paulo, um dos símbolos do Vale do Anhangabaú.

Parques

Apesar de ser conhecida como “selva de pedra”, em referência a grande quantidade de prédios, São Paulo também proporciona diversas áreas verdes bastante famosas para os moradores e visitantes.
Ao todo, são quase 80 parques espalhadas por todas as zonas da cidade, sendo o mais famoso o Ibirapuera, localizado na zona sul.
O Ibirapuera é um dos parques mais visitados na América Latina e, durante a visita, além de apreciar uma extensa área verde em meio aos prédios ao redor, é possível encontrar obras tombadas do famoso arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer (1907-2012), como o Auditório Oscar Niemeyer, o Planetário Professor Aristóteles Orsini, o Museu de Arte Contemporânea, e ainda realizar atividades físicas ao longo do lago, como andar de bicicleta, caminhadas e os espaços para ginástica.
O Parque da Juventude, inaugurado em 2007 e localizado na zona Norte da capital, é um dos mais recentes na cidade e se tornou um complexo cultural, recreativo e esportivo na área onde abrigava o antigo Complexo Penitenciário do Carandiru, local historicamente marcado pela violência. Além de toda área verde do Parque, onde é possível praticar esportes, como pista de patinação e corrida, os visitantes também podem apreciar os mais de 50 mil títulos da literatura mundial na Biblioteca São Paulo.

Compras

Quando não havia Internet, tudo o que você precisava comprar era possível encontrar em um só lugar em São Paulo: a Rua 25 de Março. A via é conhecida pelo comércio popular e pelas imagens de muita gente circulando por lá para conseguir bom preço e diversos tipos de produtos nas datas mais importantes para a economia, como Dia das Crianças e Natal.
A rua leva o nome de 25 de março em homenagem a promulgação da primeira Constituição Brasileira, que ocorrer em 25 de março de 1824. Antes disso, os paulistanos a chamavam de Rua de Baixo. E os preços baixos têm um significado: antigamente, por causa das enchentes provocadas pelo rio Tamanduateí, os comerciantes da região que salvavam as mercadorias precisavam vendê-las rapidamente. Por falar em vendedor, um dos mais ilustres foi o compositor Adoniram Barbosa, que trabalhou em uma loja de tecidos da região.
Além dos preços baixos e do grande fluxo – mais de 400 mil pessoas circulam diariamente pela 25 de março -, a região também abriga lojas temáticas nas ruas aos redores, como a Barão de Duprat, especializada em fantasias; a São Caetano, conhecida como “rua das noivas”; a Santa Ifigênia, repleta de produtos eletrônicos e de informática; e a Paula de Souza, com utensílios de cozinha.

Créditos Foto: Wasin Puammarin.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *